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	<title>Imóveis Ferrari</title>
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	<description>Notícias, dicas para o mercado imobiliário do Ceará</description>
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		<title>Imóvel residencial é o investimento da vez, diz financista</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:11:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, a estabilidade econômica que se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais. O financista ressalta que a oportunidade é boa, tanto para a aquisição do imóvel [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos  Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, a estabilidade econômica que  se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de  segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais.</p>
<p>O financista ressalta que a oportunidade é boa, tanto para a  aquisição do imóvel residencial para poupança, quanto como fonte de  renda. “O imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de  forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre  haverá compradores dispostos a adquiri-lo”, opina o executivo e reforça:  “além do mais, o imóvel é um bem que agrega valor através de gerações”.</p>
<p>Precauções</p>
<p>A propósito da compra do imóvel para investir ou morar, o advogado e  especialista em direito imobiliário e do consumidor, Pedro Lessi, diz  que o interessado deve adotar algumas precauções, em especial quando se  trata de imóvel usado.</p>
<p>No caso de imóvel com mais de vinte anos de construção, a sugestão do  advogado é que, na lista de solicitação de documentos, o interessado  inclua pedido de certidão vintenária. Além desta, Lessi sugere que sejam  solicitadas certidões pessoais de todos os proprietários, ao longo da  cadeia sucessória de propriedade. Isto porque, ele reforça, podem  ocorrer casos de venda anterior, situação que fará do negócio um caso de  Justiça.</p>
<p>Em relação a compra de imóveis novos, de acordo com o alerta do  advogado, além de outras precauções o comprador deve verificar se a  construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de  Seguro Social (Inss), referente à obra.</p>
<p>As recomendações de Lessi para as precauções que devem preceder a  compra de imóvel novo incluem solicitação da Certidão Negativa de Débito  do imóvel; e verificação quanto à regularização da hipoteca do terreno.  “O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra, mesmo quando a  oferta tem a chancela da Caixa”, declarou o advogado.</p>
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		<title>Consumidores de imóveis de alto padrão decidem compra pela internet</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:08:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores. Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores  Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a  internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos  consumidores.</p>
<p>Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados,  três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos  constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final  do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”,  explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas.</p>
<p>Cuidados</p>
<p>O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de  Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e  ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante  facilitador de vendas.</p>
<p>Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem  imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a  seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no  Creci.</p>
<p>O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não  possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender  deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos  , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por  exemplo”.</p>
<p>Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção  se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio,  do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser  concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em  pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.</p>
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		<title>Web tem futuro promissor na área de marketing imobiliário, afirma pesquisa</title>
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		<pubDate>Sat, 21 Aug 2010 02:05:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva. É cada vez mais comum [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da  web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O  estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo  pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais  eficiente e produtiva.</p>
<p>É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos e casas pela web  antes da visita pessoal ao local. Nos websites do setor, como aqui no  Info Imóveis, os itens mais valorizados são: fotos e informações  detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar  ao local.</p>
<p>&#8220;Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver  fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a  internet é a solução ideal neste processo de primeira procura&#8221;, diz o  diretor da agência de marketing digital Homewebbing, Sergio Coelho, em  entrevista publicada no site Administradores.</p>
<p>O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital  é proporcional ao VGV (Valor geral de vendas) e depende de construtora  para construtora.</p>
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		<title>Como financiar um imóvel de acordo com sua renda</title>
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		<pubDate>Fri, 20 Aug 2010 02:18:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>Foi-se o tempo em que  financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa  situação financeira. O aumento das garantias para os credores  possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as  possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em  dia já é possível financiar desde imóveis mais baratos, na faixa de até  130.000 reais, até aqueles que custam alguns milhões &#8211; o que era  considerado uma loucura até certo tempo atrás.</div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div><strong>O financiamento habitacional brasileiro mudou.</strong></div>
<div>A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse mercado,  vem enfrentando a concorrência de bancos privados, principalmente nos  segmentos de mais alta renda. Nos últimos dez anos, a inadimplência foi  reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de alienação fiduciária,  em que o imóvel vira a garantia de que o empréstimo será pago, deu mais  segurança aos credores. E se em 2004 a média de mercado era financiar  46% do valor do imóvel, em 2010 essa fatia saltou para 61%. Mas o  crédito imobiliário ainda tem muito que caminhar, pois representa apenas  3% do PIB brasileiro, ao passo que em outras nações emergentes, como  México e China, já atingiu 10% do PIB.</div>
<div><span id="more-155"></span></div>
<div>Esse novo cenário vem  acompanhado de forte valorização e aumento da liquidez dos imóveis,  principalmente nos grandes centros urbanos. Também cresceram as  possibilidades para quem sonha com o primeiro imóvel próprio ou mesmo  para quem faz desse tipo de aquisição um investimento. Quem não  costumava ter crédito na praça já pode se beneficiar das condições do  programa Minha Casa, Minha Vida, do governo federal. Trabalhadores com  carteira assinada que buscam imóveis de médio padrão passaram a ter  acesso aos recursos do FGTS para financiar a compra da primeira moradia.  E mesmo aqueles que possuem renda mais elevada e só desejam  diversificar os investimentos podem recorrer a financiamentos.</div>
<div>O mercado de imóveis de luxo no  Brasil está, inclusive, bastante esperançoso. Com condições semelhantes  aos financiamentos de imóveis de médio padrão, bancos como o Itaú  Unibanco e o Santander firmaram parcerias com imobiliárias &#8211; a Coelho da  Fonseca e a Sotheby’s, respectivamente &#8211; para financiar casas e  apartamentos de alguns milhões de reais.</div>
<div>Pode parecer loucura, mas um  empréstimo desse porte tem razão de ser: em geral, os mutuários são  empresários e altos executivos que preferem pagar a compra aos poucos a  tirar dinheiro de seus outros investimentos. &#8220;No caso de empresários,  vale mais a pena investir no próprio negócio do que pagar um imóvel à  vista&#8221;, explica Fabrizio Ianelli, superintendente de negócios  imobiliários do Santander.</div>
<div>Confira, a seguir, como  contratar um financiamento imobiliário e como funcionam as linhas de  crédito para diferentes faixas de renda e objetivos de compra &#8211; do  imóvel pronto para morar à construção da casa própria.</div>
<div><strong>1 &#8211; Contratando um financiamento</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Apesar de ainda ser um mercado  concentrado, o financiamento habitacional não é mais sinônimo de Caixa  Econômica Federal. O segredo é buscar a instituição que apresente as  melhores condições, seja pública ou privada, e tentar não comprometer  mais de 25% da renda mensal no pagamento da primeira parcela, para que a  prestação mais alta não ultrapasse 30% dessa renda. Após escolher o  imóvel &#8211; novo, usado, na planta ou desenhado sob medida -, o proponente  deve comprovar que pode arcar com as prestações e que tem &#8220;nome limpo&#8221;  na praça. Se tudo der certo, em até 48 horas o comprador saberá se terá  acesso a crédito e poderá assinar um compromisso de compra.</div>
<div>Até a liberação dos recursos, no  entanto, o processo pode ser um pouco longo, o que requer planejamento  para não arriscar perder aquela casa considerada perfeita. Num prazo que  varia entre 20 e 45 dias, o banco envia um engenheiro para avaliar o  imóvel ou a obra e requer a checagem jurídica de toda a documentação do  vendedor e do imóvel. Esse processo é fundamental para confirmar que o  bem preenche as condições necessárias e que pode ser usado como garantia  em caso de inadimplência. Se o pagamento das prestações atrasar mais de  três meses, o mutuário periga ter sua casa leiloada pelo banco.</div>
<div>Há também uma série de gastos a  serem avaliados, fora entrada, juros, correção monetária e amortizações.  Quem estiver com o dinheiro contadinho terá dificuldades. É preciso  prever as despesas com a avaliação do imóvel, a análise jurídica, o  Imposto de Transmissão de Bens e Imóveis (ITBI), o IOF sobre o  empréstimo (1,5% ao ano mais alíquota adicional de 0,38%) e custos com o  registro do contrato de financiamento em cartório, que podem chegar a  1% do valor do imóvel. Quem optar por obter crédito em um banco no qual  não seja correntista terá ainda que arcar com os custos de uma nova  conta.</div>
<div>Em média, é possível financiar  60% do valor de um imóvel em 20 anos. No entanto, o prazo máximo é de 30  anos e, dependendo da renda do comprador, já é possível financiar até  90% do valor do imóvel, até mesmo dos mais luxuosos. As taxas de juros  ficam entre 9,5% e 12% ao ano no segmento de imóveis entre 130.000 a  500.000 reais e entre 10% e 12% ao ano no segmento de alto padrão (acima  de 500.000 reais).</div>
<div>Como pesquisar as condições de  todas as instituições não é nada fácil, o comprador pode optar por uma  consultoria especializada em crédito imobiliário para ajudá-lo a  escolher. Esse tipo de serviço já é bastante utilizado na Europa e nos  Estados Unidos, mas só agora começa a se popularizar no Brasil. Mediante  o pagamento de um valor fixo, essas empresas se encarregam de encontrar  as melhores condições de financiamento, assumir a parte burocrática e  até de negociar taxas de juros mais baixas. Segundo Joe Powell, sócio da  consultoria Crédito Imobiliário Fácil, os juros chegam a ser reduzidos  em 1,5% ao ano, o que, ao final de 20 ou 30 anos, representa alguns  milhares de reais.</div>
<p><strong>2 &#8211; Os sistemas de amortização</strong></p>
<div>São três os sistemas de amortização  usados atualmente. O mais comum é o Sistema de Amortização Constante  (SAC), no qual o valor da amortização (quantia devolvida ao banco) é  constante e os juros vão diminuindo com o tempo. Outro sistema popular é  a Tabela Price, na qual as prestações são fixas do início ao fim do  período de financiamento, sendo os juros decrescentes e as amortizações  crescentes. Menos utilizado é o Sistema de Amortização Crescente  (SACRE), no qual as prestações sobem durante certo período de tempo, até  chegar a um ponto em que começam a reduzir mensalmente. É bom lembrar  que, em todos os sistemas, as parcelas também sofrem correção monetária  pela Taxa Referencial (TR).</div>
<div>Para Lúcio Delfino, diretor  administrativo da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação  (ABMH), o sistema mais vantajoso é sem dúvida o SAC, já que a prestação  vai ficando mais leve com o tempo. No entanto, nesse sistema, a primeira  prestação é geralmente mais alta que na tabela Price. &#8220;Se a pessoa  tiver condições financeiras de arcar com o valor da primeira prestação, o  SAC é muito melhor&#8221;, diz Delfino. Do contrário, a tabela Price pode ser  mais vantajosa, apesar de muito mais arriscada. Como as prestações vão  crescer com o tempo, a chance de a dívida se tornar impagável é muito  maior. Tanto que há um número enorme de ações na Justiça contra  financiamentos feitos pela tabela Price.</div>
<div>Esse sistema de financiamento só  é recomendado para quem tem perspectivas de melhora de renda no longo  prazo &#8211; um jovem em ascensão profissional, por exemplo. Se houver  expectativa de entrada futura de dinheiro que possibilite a quitação  antecipada da dívida &#8211; digamos, fruto da negociação de outro imóvel &#8211;  tanto melhor. Essa estratégia é, aliás, altamente recomendada pelos  especialistas em finanças, pois é uma forma de abater a dívida e fugir  dos juros.</div>
<p><strong>3 &#8211; Financiando com a construtora</strong></p>
<div>Financiar um imóvel na planta ou em  construção na própria construtora só é um bom negócio até a entrega das  chaves. A partir daí, o ideal é migrar o saldo devedor para um banco.  Isso porque, até o imóvel ficar pronto, o mutuário não costuma pagar  juros, apenas correção monetária pelo Índice Nacional da Construção  Civil (INCC) ou outro indicador do gênero. Após a entrega das chaves,  porém, o comprador passa a ter as piores condições do mercado: taxa de  juros de até 12% ao ano e correção monetária pelo Índice Nacional de  Preços ao Consumidor (INPC) ou pelo IGP-M.</div>
<div>&#8220;Nesse momento, é melhor quitar  de uma vez o restante da dívida ou transferi-la para um banco, onde a  correção monetária é feita pela TR, cujo valor anual é normalmente de um  terço do valor dos índices de inflação&#8221;, explica Lúcio Delfino, da  ABMH. Outra desvantagem de financiar pela construtora é que o imóvel só  passa para o nome do comprador quando a dívida é quitada. Mas quando o  saldo devedor é migrado para uma instituição financeira, a transferência  de nome acontece no momento da entrega das chaves.</div>
<div>O processo de portabilidade é  relativamente simples, e a própria construtora cuida de tudo para o  cliente. Não se pode esquecer que, na hora da migração, é preciso pagar  para a construtora correção monetária pelo INCC sobre o saldo devedor, o  que eleva a dívida em alguns milhares de reais. &#8220;As pessoas às vezes  não verificam esse detalhe, e ainda existem vendedores de má-fé que  dizem que o valor é fixo, quando na verdade o próprio contrato esclarece  que não é&#8221;, diz o diretor administrativo da ABMH. &#8220;Também é preciso  considerar os custos com ajustes no imóvel, muitas vezes entregue sem  piso, sem armários e sem iluminação, por exemplo.&#8221;</div>
<p><strong>4 &#8211; Construindo a casa própria</strong></p>
<div>Os mais exigentes podem preferir  colocar a mão na massa e construir sua própria casa. O ideal, nesse  caso, é comprar um terreno à vista ou parcelado sem juros (com correção  monetária pelo INCC) e financiar apenas a construção. &#8220;As compras de  terreno em geral têm as piores condições de financiamento. Normalmente  só se consegue financiar até 60% do valor do lote&#8221;, explica Lúcio  Delfino.</div>
<div>Comprado o terreno, tempo e  paciência serão as palavras-chave. O lote só passa para o nome do  comprador depois que a dívida é quitada, e só então é possível financiar  a construção. O processo é o mesmo de qualquer outro financiamento  habitacional. Mas além dos documentos usuais, o proponente deve  apresentar o cronograma da obra e um alvará da prefeitura liberando a  construção. Além disso, a instituição financeira não libera todo o  dinheiro de uma vez, mas sim em três ou quatro partes. Um funcionário do  banco ficará encarregado de vistoriar a obra e verificar se o  cronograma de construção está sendo cumprido. Em caso negativo, novas  parcelas do financiamento poderão ficar retidas. Durante a obra, o  mutuário só precisa pagar os juros sobre o valor já liberado. Somente  após a conclusão da construção começa o período de amortização.</div>
<div>No Banco do Brasil, por exemplo,  a linha de crédito especial para material de construção &#8211; que inclui  até mesmo reformas &#8211; possibilita o financiamento em até 60 meses, com  180 dias para começar a pagar. O limite de crédito é de 50.000 reais e  as taxas de juros bem maiores que as do crédito imobiliário, variando de  1,97% a 3,15% ao mês.</div>
<div><strong>5 &#8211; Usando o FGTS</strong></div>
<div><strong><br />
</strong></div>
<div>Uma opção para os trabalhadores  assalariados que buscam um imóvel de médio padrão é a utilização de  recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) no  financiamento da compra ou construção do seu primeiro imóvel próprio.  Para isso, é preciso preencher alguns pré-requisitos. O imóvel deve  necessariamente se destinar à moradia do comprador, na região  metropolitana de onde ele já trabalha ou mora há pelo menos um ano. Seu  valor de avaliação também não deve ultrapassar os 500.000 reais. Já o  comprador precisa ter trabalhado sob o regime do FGTS por pelo menos  três anos, consecutivos ou não, e ter saldo em conta vinculada ao fundo  com quantia correspondente a, pelo menos, 10% do valor de avaliação do  imóvel.</div>
<div>
<div><a href="http://portalexame.abril.com.br/financas/credito/guias/infograficos/o-jogo-do-financiamento.html">Infográfico: conheça o passo a passo de um financiamento habitacional.</a></div>
<div><strong>(Fonte-PortalExame)</strong></div>
</div>
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		<title>Crédito imobiliário do BB cresce 85% e atinge R$ 2,1 bilhões até junho</title>
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		<pubDate>Wed, 18 Aug 2010 01:50:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[BB]]></category>
		<category><![CDATA[crédito imobiliário]]></category>
		<category><![CDATA[junho]]></category>

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		<description><![CDATA[O crédito imobiliário do Banco do Brasil apresentou crescimento de quase 85% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado. No total, o banco emprestou R$ 2,1 bilhões de janeiro a junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16). Dessa forma, os bancos públicos foram responsáveis por R$ 35,6 bilhões em recursos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O crédito imobiliário do Banco do Brasil apresentou crescimento de  quase 85% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano  passado.</p>
<p>No total, o banco emprestou R$ 2,1 bilhões de janeiro a junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16).</p>
<p>Dessa forma, os bancos públicos foram responsáveis por R$ 35,6  bilhões em recursos para a aquisição da casa própria nos primeiros seis  meses do ano, se forem contabilizados os R$ 33,5 bilhões liberados pela  CEF (Caixa Econômica Federal).</p>
<p>Crédito à pessoa física</p>
<p>Ainda em relação aos dados divulgados pelo BB, o crédito do banco  destinado às pessoas físicas atingiu R$ 101,1 bilhões ao final do  segundo trimestre, alta de 47,7% em um ano e de 6,3% no trimestre.</p>
<p>O destaque ficou com a linha de crédito consignado, com expansão de 37,1% em 12 meses, para R$ 40,5 bilhões.</p>
<p>As operações de financiamento para compra de veículos mais que  dobraram (+178,4%) em relação ao segundo semestre do ano passado,  totalizando R$ 22,8 bilhões ao final de junho deste ano.</p>
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		<title>BB quer estar entre os três maiores em crédito imobiliário até 2013</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Aug 2010 02:15:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O Banco do Brasil quer estar entre os três maiores bancos em financiamento imobiliário até 2013. A instituição, que hoje ocupa o quinto lugar neste mercado do país, colocou o setor imobiliário como um dos focos do seu crescimento e vai buscar o posicionamento principalmente via qualidade dos produtos e prazos de entrega. &#8220;Não tenho [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>O Banco do Brasil quer estar entre os  três maiores bancos em  financiamento imobiliário até 2013. A  instituição, que hoje ocupa o  quinto lugar neste mercado do país,  colocou o setor imobiliário como um  dos focos do seu crescimento e vai  buscar o posicionamento  principalmente via qualidade dos produtos e  prazos de entrega.</div>
<div>&#8220;Não tenho como aspiração ser um  concorrente da Caixa, mas vamos  aproveitar esse negócio usando nosso  relacionamento com as empresas do  setor&#8221;, afirmou o vice-presidente de  Cartões do Banco do Brasil, Paulo  Rogério Caffarelli, presente em evento  em São Paulo para divulgação dos  resultados do banco.</div>
<div>A ideia do BB, segundo o  executivo, é disputar neste mercado com  os bancos privados. Um dos  diferenciais da instituição é o montante  disponível para o crédito  imobiliário, que já soma R$ 7 bilhões. &#8220;Somos  um entrante deste mercado  já em posição privilegiada&#8221;, afirmou  Caffarelli.</div>
<div>No segundo trimestre, a carteira  de crédito imobiliário do Banco  do Brasil somou R$ 2,1 bilhões, frente  ao total de R$ 1,9 bilhão  registrados nos três primeiros meses do ano.  No segundo trimestre do  ano passado, por sua vez, a carteira somava R$  1,1 bilhão. A meta do  banco é atingir R$ 3 bilhões até o final deste  ano.</div>
<div>Em seu balanço divulgado hoje, o  BB anunciou que encerrou o  período de abril a junho com uma carteira da  crédito total de R$ 326,5  bilhões, o que representa um crescimento de  29,3% em 12 meses e resulta  em um market share de 20,1% detido pela  instituição. Para pessoa  física, o crédito somou R$ 101,1 bilhões, alta  de 47,7%, enquanto para  pessoa jurídica, a carteira totalizou R$ 135,6  bilhões, avanço anual de  31,2%.</div>
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		<title>Como escolher entre imóvel novo, usado ou na planta</title>
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		<pubDate>Sun, 15 Aug 2010 01:55:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Antes de se optar por um imóvel usado, novo ou na planta, é necessário considerar alguns aspectos, tendo em vista, principalmente as necessidades da família. De acordo com levantamento da administradora Lello, o preço dos imóveis usados na cidade de São Paulo chega a ser de 20% a 50% inferior aos dos anunciados nos lançamentos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de se optar por um imóvel usado, novo ou na planta, é  necessário considerar alguns aspectos, tendo em vista, principalmente as  necessidades da família.</p>
<p>De acordo com levantamento da administradora Lello, o preço dos  imóveis usados na cidade de São Paulo chega a ser de 20% a 50% inferior  aos dos anunciados nos lançamentos residenciais ou empreendimentos em  construção. Porém, um imóvel usado pode necessitar de reformas e esse  valor também precisa ser contabilizado no custo total.</p>
<p>Quem opta por imóvel novo, por sua vez, apesar do preço mais alto,  também apresenta vantagens. “O comprador terá um imóvel totalmente sem  uso, moderno e com áreas de lazer mais sofisticadas como fitness,  varanda gourmet e espaços de convivência, dentre outros”, diz Roseli  Hernandes, diretora da Lello Imóveis.</p>
<p>Já a opção de comprar imóvel na planta tem a vantagem dos preços  relativamente menores em relação a um imóvel novo pronto, porém o  comprador terá que aguardar por dois ou três anos até a entrega da  unidade, período em que provavelmente terá que arcar com os custos de  moradia em outro local. Para compensar, as construtoras costumam  facilitar o pagamento da entrada do imóvel na planta e, quando pronto, o  bem tende a valorizar substancialmente.</p>
<p>A maior disponibilidade de financiamentos bancários, que hoje já  responde por 40% das vendas realizadas, contra 20% há três anos,  facilita o acesso à casa própria de qualquer categoria. Após escolher a  opção mais adequada para o seu caso, atente-se para a documentação  necessária na compra de imóveis e saiba como garantir a liberação rápida  do financiamento da casa própria.</p>
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		<title>Estudo descarta bolha imobiliária no Brasil</title>
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		<pubDate>Fri, 13 Aug 2010 01:59:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[bolha imobiliária]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<description><![CDATA[A possibilidade de que uma &#8220;bolha&#8221; esteja se formando no setor imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor infundado. A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que encomendou um estudo à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A possibilidade de que uma &#8220;bolha&#8221; esteja se formando no setor  imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito  imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor  infundado.</p>
<p>A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira  das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que  encomendou um estudo à MB Associados para comprovar que, mantidos os  atuais patamares do setor, a formação de uma bolha não deve acontecer no  curto ou no longo prazo.</p>
<p>&#8220;Não temos características básicas que induzam ao aparecimento de uma  bolha&#8230; Não temos excesso de endividamento&#8221;, disse o economista da MB,  José Roberto Mendonça de Barros, se referindo à alavancagem excessiva  vista nos Estados Unidos em 2008, que marcou o início da crise econômica  mundial.</p>
<p>O estudo assinalou que um dos fatores que pode levar à formação de  uma bolha envolve a ausência de um indicador para balizar os preços de  imóveis no Brasil, que vêm avançando em ritmo tão forte quanto o da  demanda. No caso brasileiro, contudo, essa aceleração refletiria um  reajuste após 20 anos em que o setor imobiliário foi mal precificado.</p>
<p>&#8220;Quando a demanda começa a crescer, aumentar preços é normal. O  importante é saber se há oferta para isso&#8221;, afirmou Mendonça de Barros.</p>
<p>Embora tenha descartado uma bolha, o economista alertou para a forte  demanda por parte da classe C que, até 2016, deve exigir cerca de 1,5  milhão de imóveis a cada ano disponíveis no mercado. &#8220;O mais importante é  aumentar a produção imobiliária, como tem acontecido.&#8221;</p>
<p>Semestre Recorde</p>
<p>A combinação de um cenário econômico estável com recuperação da renda  da população e flexibilização dos bancos levou a um recorde em  financiamento imobiliário no primeiro semestre.</p>
<p>De janeiro a junho, os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de  Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 23,8 bilhões, alta de 77%  ante a primeira metade de 2009, segundo a Abecip.</p>
<p>Nos seis meses até junho, foram financiadas 187,6 mil unidades pelo  sistema, número 51,5% maior que igual período do ano passado.</p>
<p>O desempenho semestral levou a entidade a elevar a previsão para os  empréstimos concedidos pelo sistema para financiamento imobiliário em  2010 para R$ 57 bilhões, totalizando 450 mil unidades. A previsão  anterior era de R$ 45 bilhões, montante já atingido nos 12 meses até  junho.</p>
<p>De acordo com a Abecip, se considerados os recursos do Fundo de  Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os financiamentos para imóveis este  ano podem superar R$ 65 bilhões em crédito e 480 mil unidades  financiadas.</p>
<p>Para o presidente da Abecip, Luiz Antônio França, em 2014, o  financiamento imobiliário deve responder por 11% do Produto Interno  Bruto (PIB) brasileiro. Hoje, essa relação é de 4%.</p>
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		<title>Pesquisa mostra que imóveis brasileiros valorizaram 22% no último anoPesquisa mostra que imóveis brasileiros valorizaram 22% no último ano</title>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 02:11:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Revista EXAME foi a responsável por encomendar ao Instituto IBOPE de inteligência a mais abrangente pesquisa já feita no Brasil sobre o tema. O principal resultado agregado da pesquisa, que dissecou o comportamento do mercado, foi a constatação de que os preços de imóveis residenciais subiram 22% nos últimos 12 meses. Graças a pesquisa, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista EXAME foi a responsável por encomendar ao Instituto IBOPE  de inteligência a mais abrangente pesquisa já feita no Brasil sobre o  tema.</p>
<p>O principal resultado agregado da pesquisa, que dissecou o  comportamento do mercado, foi a constatação de que os preços de imóveis  residenciais subiram 22% nos últimos 12 meses.</p>
<p>Graças a pesquisa, foi possível também comparar o mercado local com o  de outros paises, tais como China, Singapura, Austrália – e o que se vê  é uma das maiores valorizações do mundo.</p>
<p>A consultoria aponta o Brasil como um dos destinos obrigatórios dos  investidores, elitizando a posição do país no cenário global, pela  primeira vez em sua história.</p>
<p>“Tudo indica que o Brasil caminha para uma expansão sustentável”, diz  Susan Wachter, professora da escola de negócios Wharton, nos Estados  Unidos.</p>
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		<title>Pais poderão usar FGTS na compra da casa para filhos</title>
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		<pubDate>Mon, 29 Mar 2010 12:03:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>rodrigo</dc:creator>
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		<category><![CDATA[FGTS]]></category>
		<category><![CDATA[lei]]></category>

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		<description><![CDATA[Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para esses casos. Será beneficiado o filho com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="line-height: 120%;"><img src="http://www.infoimoveis.com.br/redim.htm?image=stored/artigos/1265999472_49877.jpg&amp;maxx=200" border="0" alt="" align="left" /></p>
<p style="line-height: 120%;">
<p style="line-height: 120%;">Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia  do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da  casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do  Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para  esses casos. Será beneficiado o filho com mais de 21 anos, casado ou  vivendo em regime de união estável. O dependente não poder ter nenhum  imóvel em seu nome.</p>
<p style="line-height: 120%;">
<p style="line-height: 120%;">Pela proposta, os recursos do FGTS do pais poderão ser utilizados para  pagamento de parte das prestações decorrentes de empréstimo com o  Sistema Financeiro de Habitação (SFH), liquidação ou amortização de  saldo devedor de financiamento imobiliário ou para pagamento total ou  parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social  não-construído.</p>
<p>Para que vire lei, o projeto ainda será votado em decisão terminativa  pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Em seguida, vai à Câmara e  precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O  autor da medida, senador Jarbas Passarinho (PMDB-CE), ressaltou a  importância de o filho beneficiado pelo Fundo de Garantia do pai ser  casado ou ter uma união estável, já que nesses casos fica clara a  necessidade de haver a aquisição de um imóvel próprio.</p>
<p>Fonte: O Dia</p>
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