Imóvel residencial é o investimento da vez, diz financista

agosto 20, 2010 | Categoria: Financiamento imobiliário, Notícias.

De acordo com o vice-presidente do Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), Luiz Calado, a estabilidade econômica que se faz presente na vida do cidadão brasileiro é um indicativo de segurança, cada vez maior, para o investimento em imóveis residenciais.

O financista ressalta que a oportunidade é boa, tanto para a aquisição do imóvel residencial para poupança, quanto como fonte de renda. “O imóvel é um ativo que conjuga garantia com rentabilidade de forma constante, além de oferecer uma liquidez relativa, pois sempre haverá compradores dispostos a adquiri-lo”, opina o executivo e reforça: “além do mais, o imóvel é um bem que agrega valor através de gerações”.

Precauções

A propósito da compra do imóvel para investir ou morar, o advogado e especialista em direito imobiliário e do consumidor, Pedro Lessi, diz que o interessado deve adotar algumas precauções, em especial quando se trata de imóvel usado.

No caso de imóvel com mais de vinte anos de construção, a sugestão do advogado é que, na lista de solicitação de documentos, o interessado inclua pedido de certidão vintenária. Além desta, Lessi sugere que sejam solicitadas certidões pessoais de todos os proprietários, ao longo da cadeia sucessória de propriedade. Isto porque, ele reforça, podem ocorrer casos de venda anterior, situação que fará do negócio um caso de Justiça.

Em relação a compra de imóveis novos, de acordo com o alerta do advogado, além de outras precauções o comprador deve verificar se a construtora recolheu a alíquota destinada ao Instituto Nacional de Seguro Social (Inss), referente à obra.

As recomendações de Lessi para as precauções que devem preceder a compra de imóvel novo incluem solicitação da Certidão Negativa de Débito do imóvel; e verificação quanto à regularização da hipoteca do terreno. “O comprador deve sempre desconfiar na hora da compra, mesmo quando a oferta tem a chancela da Caixa”, declarou o advogado.

Consumidores de imóveis de alto padrão decidem compra pela internet

agosto 20, 2010 | Categoria: Dicas.

De acordo com estudo realizado pela Imóvel A – Consultores Associados, imobiliária especializada em imóveis de alto padrão, a internet é utilizada como canal inicial para os negócios por 60% dos consumidores.

Além disso, indica a imobiliária, de cada cinco negócios fechados, três são iniciados por meio da rede mundial de computadores. “Temos constatado que é pela internet que conquistamos a venda. O acerto final do negócio é feito pessoalmente, mas a decisão da compra se dá via web”, explicou o sócio-diretor da imobiliária, Alexandre Villas.

Cuidados

O diretor segundo tesoureiro do Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), Gilberto Yogui, concorda e ressalta que a internet tem se tornado cada vez mais um importante facilitador de vendas.

Contudo, diz ele, as pessoas devem observar alguns pontos ao buscarem imóveis por meio da rede. O primeiro deles, explica Yogui, é verificar a seriedade do portal, utilizando somente aqueles que possuem registro no Creci.

O diretor também sugere que as pessoas desconfiem de anúncios que não possuem fotos, pois pode ser um indício de problemas. “Quem quer vender deve disponibilizar o máximo de informações, então, quando não há fotos , é possível que o imóvel tenha algum problema de conservação, por exemplo”.

Assim, além das fotos, é importante que o consumidor preste atenção se o anúncio traz as seguintes informações: preço, valor do condomínio, do IPTU e se aceita financiamento, lembrando que nenhum negócio deve ser concretizado sem ter sido feita uma visita ao local e uma vistoria em pisos, parte hidráulica, elétrica, entre outros itens.

Web tem futuro promissor na área de marketing imobiliário, afirma pesquisa

agosto 20, 2010 | Categoria: Dicas, Notícias.

De acordo com pesquisa realizada recentemente pelo IBOPE, o uso da web na busca por imóveis já supera classificados de jornais impressos. O estudo revela que compradores que usam a internet passam mais tempo pesquisando por conta própria e usam o tempo do corretor de maneira mais eficiente e produtiva.

É cada vez mais comum a pesquisa por apartamentos e casas pela web antes da visita pessoal ao local. Nos websites do setor, como aqui no Info Imóveis, os itens mais valorizados são: fotos e informações detalhadas, informações sobre vizinhança, mapas e rotas de como chegar ao local.

“Muitas pessoas consultam a internet para colher informações e ver fotos do empreendimento. As pessoas estão sem tempo no seu dia a dia e a internet é a solução ideal neste processo de primeira procura”, diz o diretor da agência de marketing digital Homewebbing, Sergio Coelho, em entrevista publicada no site Administradores.

O investimento das empresas do setor imobiliário em marketing digital é proporcional ao VGV (Valor geral de vendas) e depende de construtora para construtora.

Como financiar um imóvel de acordo com sua renda

agosto 19, 2010 | Categoria: Dicas, Financiamento imobiliário.

Foi-se o tempo em que financiar a compra da casa própria era coisa apenas de quem tinha boa situação financeira. O aumento das garantias para os credores possibilitou o acesso das camadas de baixa renda ao crédito e ampliou as possibilidades para os consumidores de imóveis de alto padrão. Hoje em dia já é possível financiar desde imóveis mais baratos, na faixa de até 130.000 reais, até aqueles que custam alguns milhões – o que era considerado uma loucura até certo tempo atrás.

O financiamento habitacional brasileiro mudou.
A Caixa Econômica Federal, embora ainda detentora de 80% desse mercado, vem enfrentando a concorrência de bancos privados, principalmente nos segmentos de mais alta renda. Nos últimos dez anos, a inadimplência foi reduzida de 12% a menos de 3%. A possibilidade de alienação fiduciária, em que o imóvel vira a garantia de que o empréstimo será pago, deu mais segurança aos credores. E se em 2004 a média de mercado era financiar 46% do valor do imóvel, em 2010 essa fatia saltou para 61%. Mas o crédito imobiliário ainda tem muito que caminhar, pois representa apenas 3% do PIB brasileiro, ao passo que em outras nações emergentes, como México e China, já atingiu 10% do PIB.
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Crédito imobiliário do BB cresce 85% e atinge R$ 2,1 bilhões até junho

agosto 17, 2010 | Categoria: Notícias.

O crédito imobiliário do Banco do Brasil apresentou crescimento de quase 85% no primeiro semestre deste ano, frente ao mesmo período do ano passado.

No total, o banco emprestou R$ 2,1 bilhões de janeiro a junho, segundo dados divulgados nesta segunda-feira (16).

Dessa forma, os bancos públicos foram responsáveis por R$ 35,6 bilhões em recursos para a aquisição da casa própria nos primeiros seis meses do ano, se forem contabilizados os R$ 33,5 bilhões liberados pela CEF (Caixa Econômica Federal).

Crédito à pessoa física

Ainda em relação aos dados divulgados pelo BB, o crédito do banco destinado às pessoas físicas atingiu R$ 101,1 bilhões ao final do segundo trimestre, alta de 47,7% em um ano e de 6,3% no trimestre.

O destaque ficou com a linha de crédito consignado, com expansão de 37,1% em 12 meses, para R$ 40,5 bilhões.

As operações de financiamento para compra de veículos mais que dobraram (+178,4%) em relação ao segundo semestre do ano passado, totalizando R$ 22,8 bilhões ao final de junho deste ano.

BB quer estar entre os três maiores em crédito imobiliário até 2013

agosto 15, 2010 | Categoria: Dicas, Empréstimos.

O Banco do Brasil quer estar entre os três maiores bancos em financiamento imobiliário até 2013. A instituição, que hoje ocupa o quinto lugar neste mercado do país, colocou o setor imobiliário como um dos focos do seu crescimento e vai buscar o posicionamento principalmente via qualidade dos produtos e prazos de entrega.
“Não tenho como aspiração ser um concorrente da Caixa, mas vamos aproveitar esse negócio usando nosso relacionamento com as empresas do setor”, afirmou o vice-presidente de Cartões do Banco do Brasil, Paulo Rogério Caffarelli, presente em evento em São Paulo para divulgação dos resultados do banco.
A ideia do BB, segundo o executivo, é disputar neste mercado com os bancos privados. Um dos diferenciais da instituição é o montante disponível para o crédito imobiliário, que já soma R$ 7 bilhões. “Somos um entrante deste mercado já em posição privilegiada”, afirmou Caffarelli.
No segundo trimestre, a carteira de crédito imobiliário do Banco do Brasil somou R$ 2,1 bilhões, frente ao total de R$ 1,9 bilhão registrados nos três primeiros meses do ano. No segundo trimestre do ano passado, por sua vez, a carteira somava R$ 1,1 bilhão. A meta do banco é atingir R$ 3 bilhões até o final deste ano.
Em seu balanço divulgado hoje, o BB anunciou que encerrou o período de abril a junho com uma carteira da crédito total de R$ 326,5 bilhões, o que representa um crescimento de 29,3% em 12 meses e resulta em um market share de 20,1% detido pela instituição. Para pessoa física, o crédito somou R$ 101,1 bilhões, alta de 47,7%, enquanto para pessoa jurídica, a carteira totalizou R$ 135,6 bilhões, avanço anual de 31,2%.

Como escolher entre imóvel novo, usado ou na planta

agosto 14, 2010 | Categoria: Dicas.

Antes de se optar por um imóvel usado, novo ou na planta, é necessário considerar alguns aspectos, tendo em vista, principalmente as necessidades da família.

De acordo com levantamento da administradora Lello, o preço dos imóveis usados na cidade de São Paulo chega a ser de 20% a 50% inferior aos dos anunciados nos lançamentos residenciais ou empreendimentos em construção. Porém, um imóvel usado pode necessitar de reformas e esse valor também precisa ser contabilizado no custo total.

Quem opta por imóvel novo, por sua vez, apesar do preço mais alto, também apresenta vantagens. “O comprador terá um imóvel totalmente sem uso, moderno e com áreas de lazer mais sofisticadas como fitness, varanda gourmet e espaços de convivência, dentre outros”, diz Roseli Hernandes, diretora da Lello Imóveis.

Já a opção de comprar imóvel na planta tem a vantagem dos preços relativamente menores em relação a um imóvel novo pronto, porém o comprador terá que aguardar por dois ou três anos até a entrega da unidade, período em que provavelmente terá que arcar com os custos de moradia em outro local. Para compensar, as construtoras costumam facilitar o pagamento da entrada do imóvel na planta e, quando pronto, o bem tende a valorizar substancialmente.

A maior disponibilidade de financiamentos bancários, que hoje já responde por 40% das vendas realizadas, contra 20% há três anos, facilita o acesso à casa própria de qualquer categoria. Após escolher a opção mais adequada para o seu caso, atente-se para a documentação necessária na compra de imóveis e saiba como garantir a liberação rápida do financiamento da casa própria.

Estudo descarta bolha imobiliária no Brasil

agosto 12, 2010 | Categoria: Notícias.

A possibilidade de que uma “bolha” esteja se formando no setor imobiliário brasileiro, apoiada em volumes robustos de crédito imobiliário e preços de imóveis em alta, pode não passar de um temor infundado.

A constatação foi feita nesta quarta-feira pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), que encomendou um estudo à MB Associados para comprovar que, mantidos os atuais patamares do setor, a formação de uma bolha não deve acontecer no curto ou no longo prazo.

“Não temos características básicas que induzam ao aparecimento de uma bolha… Não temos excesso de endividamento”, disse o economista da MB, José Roberto Mendonça de Barros, se referindo à alavancagem excessiva vista nos Estados Unidos em 2008, que marcou o início da crise econômica mundial.

O estudo assinalou que um dos fatores que pode levar à formação de uma bolha envolve a ausência de um indicador para balizar os preços de imóveis no Brasil, que vêm avançando em ritmo tão forte quanto o da demanda. No caso brasileiro, contudo, essa aceleração refletiria um reajuste após 20 anos em que o setor imobiliário foi mal precificado.

“Quando a demanda começa a crescer, aumentar preços é normal. O importante é saber se há oferta para isso”, afirmou Mendonça de Barros.

Embora tenha descartado uma bolha, o economista alertou para a forte demanda por parte da classe C que, até 2016, deve exigir cerca de 1,5 milhão de imóveis a cada ano disponíveis no mercado. “O mais importante é aumentar a produção imobiliária, como tem acontecido.”

Semestre Recorde

A combinação de um cenário econômico estável com recuperação da renda da população e flexibilização dos bancos levou a um recorde em financiamento imobiliário no primeiro semestre.

De janeiro a junho, os recursos concedidos pelo Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE) atingiram R$ 23,8 bilhões, alta de 77% ante a primeira metade de 2009, segundo a Abecip.

Nos seis meses até junho, foram financiadas 187,6 mil unidades pelo sistema, número 51,5% maior que igual período do ano passado.

O desempenho semestral levou a entidade a elevar a previsão para os empréstimos concedidos pelo sistema para financiamento imobiliário em 2010 para R$ 57 bilhões, totalizando 450 mil unidades. A previsão anterior era de R$ 45 bilhões, montante já atingido nos 12 meses até junho.

De acordo com a Abecip, se considerados os recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), os financiamentos para imóveis este ano podem superar R$ 65 bilhões em crédito e 480 mil unidades financiadas.

Para o presidente da Abecip, Luiz Antônio França, em 2014, o financiamento imobiliário deve responder por 11% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Hoje, essa relação é de 4%.

Pesquisa mostra que imóveis brasileiros valorizaram 22% no último anoPesquisa mostra que imóveis brasileiros valorizaram 22% no último ano

julho 20, 2010 | Categoria: Dicas, Empréstimos, Notícias.

A Revista EXAME foi a responsável por encomendar ao Instituto IBOPE de inteligência a mais abrangente pesquisa já feita no Brasil sobre o tema.

O principal resultado agregado da pesquisa, que dissecou o comportamento do mercado, foi a constatação de que os preços de imóveis residenciais subiram 22% nos últimos 12 meses.

Graças a pesquisa, foi possível também comparar o mercado local com o de outros paises, tais como China, Singapura, Austrália – e o que se vê é uma das maiores valorizações do mundo.

A consultoria aponta o Brasil como um dos destinos obrigatórios dos investidores, elitizando a posição do país no cenário global, pela primeira vez em sua história.

“Tudo indica que o Brasil caminha para uma expansão sustentável”, diz Susan Wachter, professora da escola de negócios Wharton, nos Estados Unidos.

Pais poderão usar FGTS na compra da casa para filhos

março 29, 2010 | Categoria: Dicas, Empréstimos.

Pais poderão usar o saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar seus filhos a realizar o sonho da casa própria. A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) do Senado aprovou ontem um projeto de lei que permite o saque do fundo para esses casos. Será beneficiado o filho com mais de 21 anos, casado ou vivendo em regime de união estável. O dependente não poder ter nenhum imóvel em seu nome.

Pela proposta, os recursos do FGTS do pais poderão ser utilizados para pagamento de parte das prestações decorrentes de empréstimo com o Sistema Financeiro de Habitação (SFH), liquidação ou amortização de saldo devedor de financiamento imobiliário ou para pagamento total ou parcial de imóvel construído ou lote urbanizado de interesse social não-construído.

Para que vire lei, o projeto ainda será votado em decisão terminativa pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Em seguida, vai à Câmara e precisa ser sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O autor da medida, senador Jarbas Passarinho (PMDB-CE), ressaltou a importância de o filho beneficiado pelo Fundo de Garantia do pai ser casado ou ter uma união estável, já que nesses casos fica clara a necessidade de haver a aquisição de um imóvel próprio.

Fonte: O Dia